História real tem elementos que ajudam a entender as relações entre segurança privada e segurança pública no Brasil. Leia mais aqui
Categoria: Notícias
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Lesão corporal é o crime mais cometido por seguranças privados em São Paulo
As lesões corporais são o crime mais frequentemente cometido por vigilantes e outros seguranças privados na cidade de São Paulo. A conclusão é de um levantamento inédito feito pela Alma Preta e pelo Laboratório de Estudos sobre Governança da Segurança (LEGS) da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Leia mais AQUI
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A zona cinzenta do mercado de proteção brasileiro: o caso do bico policial
Participação de agentes públicos na gestão de empresas de segurança ou na prestação direta de serviços de proteção é proibida pelas organizações policiais brasileiras, mas é fenômeno disseminado. Pesquisa do FBSP aponta que até 31 milhões de pessoas contam com esse tipo de serviço em seus bairros. Leia mais AQUI
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Casos de violência policial ganham repercussão
Associação que representa a classe cobra a ampliação dos atendimentos psicológicos e psiquiátricos para atendimentos. Leia mais AQUI
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Policiais de folga fazem vigilância irregular para 30 milhões de pessoas estima pesquisa
Serviço é expressamente proibido pelas corporações de vários estados; bairros atendidos tem mais probabilidade de presenciar violência policial. Essa matéria foi escrita pela FSP a partir do artigo do coordenador do LEGS, Dr. Cleber da Silva Lopes. Leia mais AQUI
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Pesquisa e engajamento em policiamento: entrevista com Adam Crawford
Nesta entrevista realizada em outubro de 2023, o criminólogo Adam Crawford – professor nas Universidades de York e Leeds, no Reino Unido – discute as influências e os interesses ao longo de sua carreira; os conceitos elaborados e aplicados em seus trabalhos sobre policiamento, segurança e temas subjacentes; os princípios que norteiam seu engajamento ativo em projetos colaborativos que envolvem universidades, polícias e outras organizações governamentais e não governamentais; bem como ideias para pesquisas futuras sobre prevenção do crime, redução de danos e vulnerabilidades. Leia mais AQUI
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Um em cada dez brasileiros teve celular roubado ou furtado em 12 meses, aponta Datafolha
Pesquisa encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pela Folha mostra que há 1.680 casos por hora; prejuízo à população foi de R$ 22,7 bi. Leia a mat´ria completa AQUI
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Governos estaduais devem combater crimes em serviços de segurança
Não faltam leis para punir violência e extorsão praticadas no aquecido mercado de vigilância privada. Cleber Lopes, professor de ciências sociais da Universidade Estadual de Londrina, mostra que, na cidade de São Paulo, seguranças irregulares se envolviam , em média, em 41 ocorrências criminais por mês. Leia a matéria completa AQUI
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Quem vigia os vigilantes? Ligada a casos deextorsão e violência, segurança privada ilegalmovimenta R$ 60 bilhões ao ano
Setor regular está aquecido, com novas contratações, e a porção irregular
acompanha a tendência. “É uma estimativa conservadora. Desse universo não regulado participam também os policiais. Os dados da Pnad não captam isso” — diz Cleber Lopes, professor de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina. -

Segurança privada no Brasil : um Balanço da Literatura nas Ciências Sociais
Este artigo apresenta um balanço da literatura sobre o setor de segurança privada no Brasil, composta por artigos, dissertações e teses das ciências sociais publicadas até o ano de 2020. Nossos objetivos são identificar as vinculações disciplinares e institucionais, os temas estudados e os procedimentos metodológicos dessa literatura. Por pesquisadores(as) de quais das ciências sociais e de quais instituições os estudos sobre esse setor foram desenvolvidos? Quais são os temas abordados nesses estudos e suas delimitações de escopo? Quais suas características metodológicas? Para responder a essas perguntas, realizamos buscas com 11 strings em seis repositórios on-line. 68 estudos foram coletados e analisados por meio de estatística descritiva a partir de variáveis em três dimensões: formal, substantiva e metodológica. Os resultados apontam para um crescimento dos estudos a partir dos anos 2000, uma diversidade temática e a predominância de análises qualitativas. Leia o artigo completo AQUI