Os laboratórios ilegais de produção de drogas podem estar liberando substâncias na água que podem prejudicar os tubarões-brancos brasileiros e outros animais marinhos.
Categoria: Notícias
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Brasil tem quase cinco feminicídios consumados por dia no primeiro semestre de 2024
Entre janeiro e junho de 2024, o MFB (Monitor de Feminicídios no Brasil), mantido pelo Lesfem (Laboratório de Estudos de Feminicídios no Brasil), identificou a ocorrência de 905 casos de feminicídios consumados no país e outros 1.102 feminicídios tentados. Leia mais AQUI
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Paraná é vice em casos de feminicídios no primeiro semestre de 2024, aponta Lesfem
Dados do Laboratório de Estudos de Feminicídios (Lesfem), da Universidade Estadual de Londrina, apontam que o Paraná registrou 69 feminicídios no primeiro semestre de 2024. Somados aos outros 99 casos de violência que não resultaram na morte das vítimas, o estado acumulou 168 ocorrências no período, segundo maior número dentre os estados brasileiros no semestre, atrás apenas de São Paulo. Em todo o País, foram 2007 casos registrados entre 1º de janeiro e 30 de junho, aponta o Lesfem. O coordenador do LEGS foi um dos autores do relatório: Este “vácuo” fica claro quando comparados o número de casos monitorados pelos Lesfem e os contabilizados pelo Sistema Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, base de dados que se tornou pública no último ano, possibilitando novas análises. “Quando comparamos a base de dados do Lesfem e do Sinesp – Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública – os dados do Lesfem são sistematicamente maiores, acusam um número maior e a diferença é grande”, alerta o professor do Departamento de Ciências Sociais Cleber da Silva Lopes. , para saber mais, clique AQUI
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Pagamento de até R$ 300 mil e risco de morte: uso de mergulhadores pelo tráfico dispara no país
Cada vez mais facções recorrem a profissionais, que muitas vezes já trabalham nos portos, para contaminar embarcações com cocaína. O integrante do Legs, Gabriel Patriarca, deu uma entrevista para o Globo sobre esse assunto. Para ler mais, clique AQUI
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Maconha liberada pelo STF? Entenda novo critério para diferenciar usuário e traficante
O supremo tribunal federal detalhou na quarta-feira (26/6) os impactos da descriminalização do porte de maconha para consumo, aprovado pela maioria da Corte.Leia a matéria completa AQUI
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STF: até 40g de maconha diferenciam usuário de traficante
Supremo determina que porte de maconha para uso pessoal não é crime. A decisão permanecerá em vigor até o Congresso Nacional definir novos critérios. Leia a matéria completa AQUI
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Brasil tem 72 facções criminosas e falta braços para ‘seguir o dinheiro’
Estudo divulgado pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública aponta que o Coaf não consegue analisar os mais de 1,7 milhão de comunicados das operações suspeitas que recebe por ano. Leia a matéria completa AQUI
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Violência urbana reforça busca por câmera e blindagem: ‘Não é mais ligada a alto poder aquisitivo’
O medo da violência urbana impulsiona o mercado de serviços de segurança privada com busca de reforço por conta própria, com instalação de câmeras, contratação de serviços de vigilância e blindagem de veículos de passeio. As medidas, no entanto, podem ter efeito limitado, uma vez que o combate à criminalidade exige políticas públicas estruturadas, ressaltam especialistas. “Muitas atividades de segurança privada não são reconhecidas por essa legislação federal, e uma das maiores é a que a vigilância eletrônica, que são essas atividades que envolvem o uso intensivo de tecnologia”, diz Cleber Lopes, coordenador do Laboratório de Estudos sobre Governança da Segurança (LEGS) da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Leia a matéria completa AQUI
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Meninas de até 9 anos são as maiores vítimas da violência doméstica, diz levantamento
Violência física é o tipo de agressão mais frequente contra pessoas do sexo feminino, revela o Atlas da Violência 2024. Leia a matéria completa AQUI
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Polícia investiga assassinato de jovem após encontro por aplicativo de relacionamento gay; família aponta crime de ódio
“Ele morreu porque era gay”. Estamos vivendo um um mundo de ódio’, afirma o pai de Leonardo Rodrigues Nunes. Rapaz foi baleado e morto na noite de quarta (12). Leia a matéria completa AQUI
