Categoria: Notícias

  • O treinamento das forças de segurança pública para reprimir o “novo cangaço”

    O treinamento das forças de segurança pública para reprimir o “novo cangaço”

    Por Danilo Azolini e Cleber Lopes

    Os crimes violentos contra o patrimônio conhecidos como “novo cangaço” ou “domínio de cidades” vêm se multiplicando pelo país. Nessa modalidade de ação, grupos de dezenas de criminosos que se deslocam em comboios de carros blindados, tomam de assalto, via de regra, cidades de pequeno ou médio porte com armas de alto potencial de destruição, táticas de guerrilha, planejamento minucioso e uso de explosivos para roubar instituições financeiras ou empresas de guarda e transporte de valores. Em muitos casos essas ações de extrema violência tomam moradores de refém e os usam como escudos contra a ação de Forças Policiais, que por vezes acabam sendo sitiadas localmente e taticamente neutralizadas.

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  • Programas policiais: retratos da violência e segurança no Brasil

    Programas policiais: retratos da violência e segurança no Brasil

    No episódio do dia 20/06, o podcast Café da Manhã trata da relação entre os programas policiais, as forças de segurança e a política institucional no Brasil.

    Confira o podcast AQUI.

  • A relação entre a mídia e as polícias mudou

    A relação entre a mídia e as polícias mudou

    Na quarta-feira, 25 de maio, em Umbaúba, Sergipe, três policiais rodoviários abordaram Genivaldo de Jesus Santos, 38 anos, por não usar capacete enquanto guiava uma motocicleta. Genivaldo padecia de transtornos mentais e teve que ser contido pelos policiais. Algemado e amarrado, foi colocado no porta-malas da viatura. Na sequência, os policiais rodoviários jogam spray de pimenta e gás lacrimogêneo e fecham o compartimento enquanto ele se debate. Genivaldo não resistiu e faleceu. No boletim de ocorrência, os policiais registraram que o homem teve um “mal súbito” no trajeto para a delegacia.

    Entretanto a versão oficial logo foi desmentida pelas imagens feitas por populares que filmaram a abordagem. As imagens mostram os policiais lançando spray de pimenta e gás lacrimogêneo, enquanto o motociclista se debatia, com as pernas para fora da viatura. O laudo médico apontou que Genivaldo morreu por asfixia mecânica e insuficiência respiratória aguda.

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  • Torres de segurança usam inteligência artificial para alertar crimes em SP

    Torres de segurança usam inteligência artificial para alertar crimes em SP

    Torres de segurança da cor azul, com um sistema de câmeras capaz detectar motos sobre calçadas e bicicletas na contramão, começaram a se espalhar por regiões nobres da capital paulista, como Higienópolis, Jardins e Faria Lima, formando uma espécie de rede privada de vigilância de áreas públicas.

    Os equipamentos estão sendo instalados pela Cosecurity, startup ligada ao Grupo Haganá, e chamam a atenção por causa do padrão de cores e por serem fixados em frente aos prédios de forma ostensiva, no jardim frontal ou, quando não há recuo suficiente, na fachada do edifício.

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  • Câmara do DF apura ação de policiais em escola cívico-militar

    Câmara do DF apura ação de policiais em escola cívico-militar

    O vídeo com a reportagem completa do G1 pode ser acessado AQUI.

  • Segurança Pública no Governo Bolsonaro: Alguns Apontamentos

    Segurança Pública no Governo Bolsonaro: Alguns Apontamentos

    A segurança pública foi um dos principais temas das eleições gerais de 2018. Naquele pleito, diversos candidatos adotaram um discurso para a área pautado na força policial como chave para redução dos altos níveis de violência brasileiros. A campanha de Jair Bolsonaro foi a principal expoente desta linha, assumindo a pauta como prioridade do governo, no que foi acompanhada por alguns dos governadores eleitos, como Wilson Witzel no Rio de Janeiro, que falava em “atirar na cabecinha”, e João Doria em São Paulo, que dizia que a polícia iria “atirar para matar”.

    Se, por um lado, o tema foi prioritário nas eleições e seguiu com grande espaço durante os três primeiros anos do governo Bolsonaro é importante, desde já, esclarecer que existe um grande abismo entre os discursos presidenciais e as ações efetivamente implementadas pelo seu governo.

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  • Violência e educação: militarizar não é a solução!

    Violência e educação: militarizar não é a solução!

    Recentemente algumas manifestações de violências praticadas por jovens no ambiente escolar destacaram-se no noticiário do Distrito Federal. O GDF divulgou medidas que serão implementadas para evitar a violência em ambiente escolar. Representantes de várias Secretarias de Estado foram envolvidos na produção das possíveis soluções. A conclusão do Plano está prevista para o dia 27 de abril, com implementação até o dia 6 de junho em 126 escolas que foram previamente analisadas com alto número de registros de violência. Entretanto, é interessante debater o porquê de a militarização das escolas não ter entrado no rol de soluções para contenção das violências. Como hipótese, tenho alguns apontamentos.

    Primeiro, a militarização das escolas é uma solução apresentada para um problema indefinido. O que se pretende com a militarização ou gestão compartilhada? Segundo o GDF, a escolha das escolas segue o critério de Vulnerabilidade Escolar, indicador que considera o IDEB, o IDH, o mapa da violência construído pela PM e a estrutura da escola. Não significa necessariamente que haja histórico de violência na escola. Aliás, se o indicador é formado pela interpretação do IDH e IDEB, a disciplina e hierarquia como solução só reifica a solução do Estado de apresentar armas onde o problema é a oferta de equipamentos e serviços públicos, como salienta estudo da CODEPLAN que aponta a vulnerabilidade da juventude negra no DF.

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  • PCC controla crime de Pix na região da Paulista e ‘exporta’ celular furtado, diz polícia

    PCC controla crime de Pix na região da Paulista e ‘exporta’ celular furtado, diz polícia

    A Polícia Civil investiga uma associação criminosa comandada pela facção PCC especializada em furto e roubo de celulares para invadir contas bancárias e fazer transferências via Pix. Depois, os aparelhos mais sofisticados são “exportados” para a África, onde acabam comercializados. A base do grupo é o bairro Bela Vista, na região da avenida Paulista, em São Paulo.

    Até agora cinco pessoas são investigadas. Um homem de 22 anos foi preso na semana passada em uma pensão na rua Major Diogo. De acordo com a polícia, ele foi o responsável por desbloquear um celular iPhone furtado pouco antes de uma mulher que estava parada no trânsito, perto do parque Ibirapuera, na zona sul. Na ação, o aparelho foi levado após o vidro do carro da vítima ser quebrado.

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  • Casos de violência e ameaças aumentam 48% em escolas de São Paulo

    Casos de violência e ameaças aumentam 48% em escolas de São Paulo

    Quando toca o sinal para o recreio, Maria segue para o pátio junto com os alunos. Antes da pandemia de Covid-19, no intervalo, ela ia para a sala dos professores tomar café e conversar com os colegas. Mas, desde o começo deste ano docentes deixaram de ter os 15 minutos de descanso, porque precisam estar com os adolescentes para evitar briga.

    Maria, que pediu para não ter seu nome completo e o da escola identificados por medo de represálias, dá aula na rede estadual de São Paulo há mais de dez anos. Ela conta nunca ter visto os alunos tão agressivos e violentos como neste ano, desde que voltaram a ater aulas presenciais todos os dias.

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  • Falta de policiamento é o principal problema de segurança em SP e RJ, indica Datafolha

    Falta de policiamento é o principal problema de segurança em SP e RJ, indica Datafolha

    Pouco policiamento. Este é o principal problema de segurança pública para quem vive em São Paulo (24%) e no Rio de Janeiro (16%), segundo pesquisa Datafolha. Questionados sobre o tema, entrevistados paulistas e fluminenses indicaram, em resposta espontânea, aquele que julgavam ser o problema crucial de segurança pública em seus estados.

    No estado de São Paulo, as queixas foram lideradas pela ideia de que há pouco policiamento e falta de policiais. Foram apontados ainda como problemas a falta de segurança (11%), os assaltos (4%), o despreparo da polícia (4%), o tráfico de drogas (4%), as leis que não funcionam (4%) e a corrupção (3%).

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