Tag: segurança privada

  • Empresa de segurança clandestina é denunciada após morte de jovem no Muffato, em Curitiba

    Empresa de segurança clandestina é denunciada após morte de jovem no Muffato, em Curitiba

    Ato no Muffato Portão, na noite da última quarta-feira. Foto: Tami Taketani/Plural. Fonte:Plural Curitiba

    O caso da morte de Rodrigo Boschen, jovem de 22 anos agredido até a morte após ser acusado de furtar uma barra de chocolate no supermercado Muffato, em Curitiba, reacendeu o alerta sobre o uso de empresas clandestinas de segurança privada no Brasil. Denúncia do Sindicato dos Vigilantes de Curitiba e Região e do deputado estadual Renato Freitas (PT) aponta que o grupo Muffato contratava pessoas sem formação ou credenciamento – os chamados “leões de chácara” – por meio da empresa RTA Rota Sistema Integrado de Segurança Ltda., considerada ilegal pela Polícia Federal.

    Além da atuação irregular da empresa, o supermercado estaria envolvido em práticas de exposição pública de suspeitos por meio de uma campanha chamada “Indesejáveis do Mês”, removida das redes sociais após o caso vir à tona. A vítima foi perseguida, agredida e encontrada com sinais de tortura, segundo a defesa da família.

    O episódio gerou forte repercussão e manifestações em frente ao supermercado, exigindo justiça e responsabilização. O caso levanta importantes questões sobre a segurança privada no Brasil, a terceirização irregular de serviços e os limites da atuação de agentes não autorizados.

    Saiba mais na reportagem do Plural Curitiba:
    https://www.plural.jor.br/noticias/vigilancia/empresa-clandestina-e-contratada-por-supermercado-e-seguranças-sao-suspeitos-de-matar-jovem-em-curitiba/

  • O furto do flanelinha: uma crônica da segurança (privada) no Brasil

    História real tem elementos que ajudam a entender as relações entre segurança privada e segurança pública no Brasil. Leia mais aqui

  • Lesão corporal é o crime mais cometido por seguranças privados em São Paulo

    As lesões corporais são o crime mais frequentemente cometido por vigilantes e outros seguranças privados na cidade de São Paulo. A conclusão é de um levantamento inédito feito pela Alma Preta e pelo Laboratório de Estudos sobre Governança da Segurança (LEGS) da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Leia mais AQUI

  • Policiais de folga fazem vigilância irregular para 30 milhões de pessoas estima pesquisa

    Policiais de folga fazem vigilância irregular para 30 milhões de pessoas estima pesquisa

    Serviço é expressamente proibido pelas corporações de vários estados; bairros atendidos tem mais probabilidade de presenciar violência policial. Essa matéria foi escrita pela FSP a partir do artigo do coordenador do LEGS, Dr. Cleber da Silva Lopes. Leia mais AQUI

  • Governos estaduais devem combater crimes em serviços de segurança

    Governos estaduais devem combater crimes em serviços de segurança

    Não faltam leis para punir violência e extorsão praticadas no aquecido mercado de vigilância privada. Cleber Lopes, professor de ciências sociais da Universidade Estadual de Londrina, mostra que, na cidade de São Paulo, seguranças irregulares se envolviam , em média, em 41 ocorrências criminais por mês. Leia a matéria completa AQUI

  • Quem vigia os vigilantes? Ligada a casos deextorsão e violência, segurança privada ilegalmovimenta R$ 60 bilhões ao ano

    Quem vigia os vigilantes? Ligada a casos deextorsão e violência, segurança privada ilegalmovimenta R$ 60 bilhões ao ano

    Setor regular está aquecido, com novas contratações, e a porção irregular
    acompanha a tendência. “É uma estimativa conservadora. Desse universo não regulado participam também os policiais. Os dados da Pnad não captam isso” — diz Cleber Lopes, professor de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina.

  • Segurança privada no Brasil : um Balanço da Literatura nas Ciências Sociais

    Segurança privada no Brasil : um Balanço da Literatura nas Ciências Sociais

    Este artigo apresenta um balanço da literatura sobre o setor de segurança privada no Brasil, composta por artigos, dissertações e teses das ciências sociais publicadas até o ano de 2020. Nossos objetivos são identificar as vinculações disciplinares e institucionais, os temas estudados e os procedimentos metodológicos dessa literatura. Por pesquisadores(as) de quais das ciências sociais e de quais instituições os estudos sobre esse setor foram desenvolvidos? Quais são os temas abordados nesses estudos e suas delimitações de escopo? Quais suas características metodológicas? Para responder a essas perguntas, realizamos buscas com 11 strings em seis repositórios on-line. 68 estudos foram coletados e analisados por meio de estatística descritiva a partir de variáveis em três dimensões: formal, substantiva e metodológica. Os resultados apontam para um crescimento dos estudos a partir dos anos 2000, uma diversidade temática e a predominância de análises qualitativas. Leia o artigo completo AQUI

  • Violência urbana reforça busca por câmera e blindagem: ‘Não é mais ligada a alto poder aquisitivo’

    Violência urbana reforça busca por câmera e blindagem: ‘Não é mais ligada a alto poder aquisitivo’

    O medo da violência urbana impulsiona o mercado de serviços de segurança privada com busca de reforço por conta própria, com instalação de câmeras, contratação de serviços de vigilância e blindagem de veículos de passeio. As medidas, no entanto, podem ter efeito limitado, uma vez que o combate à criminalidade exige políticas públicas estruturadas, ressaltam especialistas. “Muitas atividades de segurança privada não são reconhecidas por essa legislação federal, e uma das maiores é a que a vigilância eletrônica, que são essas atividades que envolvem o uso intensivo de tecnologia”, diz Cleber Lopes, coordenador do Laboratório de Estudos sobre Governança da Segurança (LEGS) da Universidade Estadual de Londrina (UEL). Leia a matéria completa AQUI

  • O lucrativo exército de segurança privada comandado por militares, milicianos e amigos de Eduardo Cunha no Rio

    O lucrativo exército de segurança privada comandado por militares, milicianos e amigos de Eduardo Cunha no Rio

    Existe um universo paralelo na segurança do Rio de Janeiro. Além de policiais fardados, fuzileiros vestidos para a guerra e delegados engravatados que buscam solucionar assassinatos e outros crimes, empresas de segurança – legais e clandestinas – atuam para supostamente coibir a ação de bandidos. Num levantamento inédito, The Intercept Brasil descobriu que elas são controladas, em alta proporção, por quem deveria contribuir, em suas funções públicas, para um ambiente mais seguro. Ler matéria completa aqui

  • Empresas passavam ‘listas negras’ de trabalhadores a órgãos de repressão

    Empresas passavam ‘listas negras’ de trabalhadores a órgãos de repressão

    A Comissão Nacional da Verdade destaca, entre as ações mais nocivas à luta dos trabalhadores por seus direitos, o poderoso sistema de controle e vigilância em fábricas e empresas, que repassavam “listas negras”, com nome de trabalhadores, diretamente a órgãos de repressão. A matéria completa pode ser vista aqui