História real tem elementos que ajudam a entender as relações entre segurança privada e segurança pública no Brasil. Leia mais aqui
Tag: segurança pública
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Casos de violência policial ganham repercussão
Associação que representa a classe cobra a ampliação dos atendimentos psicológicos e psiquiátricos para atendimentos. Leia mais AQUI
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Policiais de folga fazem vigilância irregular para 30 milhões de pessoas estima pesquisa
Serviço é expressamente proibido pelas corporações de vários estados; bairros atendidos tem mais probabilidade de presenciar violência policial. Essa matéria foi escrita pela FSP a partir do artigo do coordenador do LEGS, Dr. Cleber da Silva Lopes. Leia mais AQUI
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Um em cada dez brasileiros teve celular roubado ou furtado em 12 meses, aponta Datafolha
Pesquisa encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e pela Folha mostra que há 1.680 casos por hora; prejuízo à população foi de R$ 22,7 bi. Leia a mat´ria completa AQUI
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Quem vigia os vigilantes? Ligada a casos deextorsão e violência, segurança privada ilegalmovimenta R$ 60 bilhões ao ano
Setor regular está aquecido, com novas contratações, e a porção irregular
acompanha a tendência. “É uma estimativa conservadora. Desse universo não regulado participam também os policiais. Os dados da Pnad não captam isso” — diz Cleber Lopes, professor de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina. -

Segurança privada no Brasil : um Balanço da Literatura nas Ciências Sociais
Este artigo apresenta um balanço da literatura sobre o setor de segurança privada no Brasil, composta por artigos, dissertações e teses das ciências sociais publicadas até o ano de 2020. Nossos objetivos são identificar as vinculações disciplinares e institucionais, os temas estudados e os procedimentos metodológicos dessa literatura. Por pesquisadores(as) de quais das ciências sociais e de quais instituições os estudos sobre esse setor foram desenvolvidos? Quais são os temas abordados nesses estudos e suas delimitações de escopo? Quais suas características metodológicas? Para responder a essas perguntas, realizamos buscas com 11 strings em seis repositórios on-line. 68 estudos foram coletados e analisados por meio de estatística descritiva a partir de variáveis em três dimensões: formal, substantiva e metodológica. Os resultados apontam para um crescimento dos estudos a partir dos anos 2000, uma diversidade temática e a predominância de análises qualitativas. Leia o artigo completo AQUI
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Brasil tem quase cinco feminicídios consumados por dia no primeiro semestre de 2024
Entre janeiro e junho de 2024, o MFB (Monitor de Feminicídios no Brasil), mantido pelo Lesfem (Laboratório de Estudos de Feminicídios no Brasil), identificou a ocorrência de 905 casos de feminicídios consumados no país e outros 1.102 feminicídios tentados. Leia mais AQUI
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Paraná é vice em casos de feminicídios no primeiro semestre de 2024, aponta Lesfem
Dados do Laboratório de Estudos de Feminicídios (Lesfem), da Universidade Estadual de Londrina, apontam que o Paraná registrou 69 feminicídios no primeiro semestre de 2024. Somados aos outros 99 casos de violência que não resultaram na morte das vítimas, o estado acumulou 168 ocorrências no período, segundo maior número dentre os estados brasileiros no semestre, atrás apenas de São Paulo. Em todo o País, foram 2007 casos registrados entre 1º de janeiro e 30 de junho, aponta o Lesfem. O coordenador do LEGS foi um dos autores do relatório: Este “vácuo” fica claro quando comparados o número de casos monitorados pelos Lesfem e os contabilizados pelo Sistema Nacional de Segurança Pública, do Ministério da Justiça, base de dados que se tornou pública no último ano, possibilitando novas análises. “Quando comparamos a base de dados do Lesfem e do Sinesp – Sistema Nacional de Informações de Segurança Pública – os dados do Lesfem são sistematicamente maiores, acusam um número maior e a diferença é grande”, alerta o professor do Departamento de Ciências Sociais Cleber da Silva Lopes. , para saber mais, clique AQUI
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Meninas de até 9 anos são as maiores vítimas da violência doméstica, diz levantamento
Violência física é o tipo de agressão mais frequente contra pessoas do sexo feminino, revela o Atlas da Violência 2024. Leia a matéria completa AQUI
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Polícia investiga assassinato de jovem após encontro por aplicativo de relacionamento gay; família aponta crime de ódio
“Ele morreu porque era gay”. Estamos vivendo um um mundo de ódio’, afirma o pai de Leonardo Rodrigues Nunes. Rapaz foi baleado e morto na noite de quarta (12). Leia a matéria completa AQUI