Author: Cleber da Silva Lopes

  • Falta de policiamento é o principal problema de segurança em SP e RJ, indica Datafolha

    Falta de policiamento é o principal problema de segurança em SP e RJ, indica Datafolha

    Pouco policiamento. Este é o principal problema de segurança pública para quem vive em São Paulo (24%) e no Rio de Janeiro (16%), segundo pesquisa Datafolha. Questionados sobre o tema, entrevistados paulistas e fluminenses indicaram, em resposta espontânea, aquele que julgavam ser o problema crucial de segurança pública em seus estados.

    No estado de São Paulo, as queixas foram lideradas pela ideia de que há pouco policiamento e falta de policiais. Foram apontados ainda como problemas a falta de segurança (11%), os assaltos (4%), o despreparo da polícia (4%), o tráfico de drogas (4%), as leis que não funcionam (4%) e a corrupção (3%).

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  • Empresas buscam ex-soldados para missões na Ucrânia por até R$ 10 mil por dia

    Empresas buscam ex-soldados para missões na Ucrânia por até R$ 10 mil por dia

    Procura-se: ex-soldados multilíngues dispostos a entrar secretamente na Ucrânia por até US$ 2 mil (cerca de R$ 10 mil) por dia – mais bônus – para ajudar a resgatar famílias de um conflito cada vez mais sombrio.

    Não se trata de um roteiro de um filme de ação, mas sim de um anúncio de emprego real – retirado de um site chamado Silent Professionals, voltado para o recrutamento de profissionais do setor militar e de segurança privada.

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  • O impacto das gangues nos homicídios entre jovens – Nexo Jornal

    O impacto das gangues nos homicídios entre jovens – Nexo Jornal

    Este artigo, publicado na Revista USP (Universidade de São Paulo) e desenvolvido por Anderson Alexandre Ferreira e Cleber da Silva Lopes, mostra, a partir de um estudo de caso, como o surgimento de gangues afeta o padrão de violência juvenil em determinados territórios.

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  • Dossiê Segurança em Mutação: Concepções, Práticas e Experiências no Século XXI

    Dossiê Segurança em Mutação: Concepções, Práticas e Experiências no Século XXI

    Acaba de ser publicado o dossiê Segurança em Mutação: Concepções, Práticas e Experiências no Século XXI, organizado por Cleber Lopes e Eduardo Paes-Machado na Lua Nova: Revista de Cultura e Política.

    O dossiê analisa, com variados enfoques e abordagens teóricas, a realidade do policiamento plural na América Latina, em particular no Brasil.

    Acesse o dossiê completo AQUI.

  • A greve da PM de 2017 ainda não acabou

    A greve da PM de 2017 ainda não acabou

    Por Herbert Bachett.

    Não é de hoje que a segurança pública é tema central e crucial na política e no cotidiano capixaba. Em um olhar sobre a história recente, é nítido que a crise no setor se tornou um empreendedorismo político que gera lucros recorrentes a atores específicos: às autoridades políticas – governadores, senadores, deputados, vereadores e afins –, que apresentam e se utilizam de soluções parcas e pouco duradouras para prover dividendos políticos próprios; assim como os líderes de setores dos profissionais da área, que mobilizam e se utilizam das crises para abrir janelas de oportunidade, aferindo lucros que, salvo raras exceções, servem muito mais para alavancar interesses privatistas, corporativistas e carreiras eleitoreiras do que, realmente, superar os problemas crônicos do setor.

    Veja a matéria completa AQUI.

  • Letalidade policial desaba 85% em batalhões de SP com câmeras em uniformes

    Letalidade policial desaba 85% em batalhões de SP com câmeras em uniformes

    As medidas implementadas pelo governo de São Paulo para redução da letalidade policial, entre as quais o uso de câmeras “grava tudo” acopladas aos uniformes de policiais militares, levaram a uma redução de 36% no número de pessoas mortas em supostos confrontos no estado de São Paulo em 2021.

    Essa queda foi puxada, em boa parte, pelos batalhões integrantes do programa Olho Vivo, das câmeras “grava tudo”, expandido em junho de 2021. Nessas 18 unidades integrantes —na capital, litoral e interior—, a diminuição chegou a 83% nos últimos sete meses do ano passado, comparados ao mesmo período de 2020.

    Veja a matéria completa da Folha de São Paulo AQUI.

  • Brazilian criminology in the 21st Century

    Brazilian criminology in the 21st Century

    Acaba de ser publicado o special issue Brazilian criminology in the 21st Century no Journal of Contemporary Criminal Justice. Organizado por Vânia Ceccato (KTH Royal Institute of Technology, Stockholm, Sweden), o dossiê traz contribuições de pesquisadores de diversas partes do mundo sobre diferentes fenômenos criminológicos.

    O dossiê conta também com um artigo de Cleber da Silva Lopes (UEL – Coordenador do LEGS), Fabrício Lima (UEL) e Lucas Melgaço (Vrije Universiteit Brussel).

    Confira as publicações AQUI.

    Acesse no link:https://journals.sagepub.com/toc/ccja/current

  • Criminology in Latin America: Between cultural imports and paths of decolonization

    Criminology in Latin America: Between cultural imports and paths of decolonization

    Acaba de sair o dossiê internacional sobre a Criminologia na América Latina organizado por Matias Bailone (Universidade de Buenos Aires), Ana Míria Carinhanha (UFRJ) e Cleber Lopes (UEL). O dossiê conta com artigos, um ensaio fotográfico, entrevistas e resenhas.

    Acesse o dossiê AQUI.

  • O país onde ser negro ou mulher é comorbidade

    O país onde ser negro ou mulher é comorbidade

    abismo entre as classes sociais no Brasil fez com que a pandemia atingisse em cheio os mais pobres. Mas, não bastasse isso, a chance de um brasileiro sobreviver à Covid-19 esteve atrelada, desde o começo, a seu gênero e sua raça. É o que demonstra um estudo da Rede de Pesquisa Solidária, baseado em dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde sobre os óbitos por Covid registrados em 2020. Os pesquisadores analisaram as informações de vítimas que tinham profissão registrada no cadastro do SUS. Com isso, apuraram quantos profissionais de cada área morreram na pandemia, mas também quem eram essas pessoas – se eram homens, mulheres, brancos ou negros. O resultado mostrou que, entre grupos menos privilegiados, o risco de morrer de Covid-19 é quase sempre maior do que entre homens brancos. Os homens negros, por exemplo, têm mais risco de morrer não só em profissões de menor remuneração, que geralmente sofrem com maior exposição ao vírus, mas também em carreiras que exigem diploma universitário. As mulheres negras têm risco de morte maior do que homens brancos em todas as profissões que compõem a base da pirâmide social. Confira no =igualdades.

    Veja a matéria completa AQUI

  • Processo de Seleção 2021 – PPGSOC/UEL

    Processo de Seleção 2021 – PPGSOC/UEL

    A Comissão Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da Universidade Estadual de Londrina (PPGSOC/UEL), torna público aos/às interessados/as as normas e os procedimentos a serem obedecidos no processo de seleção para o preenchimento de vagas para os cursos de Mestrado e de Doutorado, a ter início no primeiro período letivo de 2022.

    Para mais informações acesse o Edital AQUI.