Author: Cleber da Silva Lopes

  • CRISP Entrevista – A participação de atores privados na promoção da segurança, com Cleber Lopes

    CRISP Entrevista – A participação de atores privados na promoção da segurança, com Cleber Lopes

    Neste episódio n. 11 do CRISP Entrevista, conversamos com Cleber da Silva Lopes sobre a participação de atores não estatais na segurança brasileira. Cléber é professor do departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina (UEL), coordenador do Laboratório de Estudos sobre Governança da Segurança (LEGS) e vice-coordenador do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UEL. Quem conduz a entrevista são os pesquisadores do CRISP Ludmila Ribeiro, Valéria Oliveira e Rafael Rocha.

    Acesse o Podcast AQUI.

  • A face não regulada do mercado da segurança privada

    A face não regulada do mercado da segurança privada

    A 15° edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública trouxe novamente um retrato importante do setor de segurança privada regulado pela Polícia Federal. Os dados dão conta da existência de 2.235 empresas especializadas na prestação de serviços de vigilância patrimonial intramuros, transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal privada; 236 cursos de formação de vigilantes; e 1.154 empresas que organizam seus próprios serviços de vigilância ou transporte de valores. Essas organizações empregam cerca de 526 mil vigilantes, número superior à soma dos efetivos das polícias militares e civis (500 mil policiais).

    Confira na íntegra o artigo do Cleber Lopes AQUI.

  • Nº de mortos pela polícia em 2020 no Brasil bate recorde; 50 cidades concentram mais da metade dos óbitos, revela Anuário

    Nº de mortos pela polícia em 2020 no Brasil bate recorde; 50 cidades concentram mais da metade dos óbitos, revela Anuário

    O Brasil teve em 2020 o maior número de pessoas mortas pela polícia de toda a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que coleta os dados desde 2013. É o que revela o 15º Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgado nesta quinta-feira (15).

    Houve, no país, 6.416 mortos pelas polícias Civil e Militar, por agentes de folga ou em serviço. Um ligeiro aumento de 1% na comparação com 2019.

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  • Anuário Brasileiro de Segurança Pública

    Anuário Brasileiro de Segurança Pública

    O Anuário Brasileiro de Segurança Pública se baseia em informações fornecidas pelas secretarias de segurança pública estaduais, pelas polícias civis, militares e federal, entre outras fontes oficiais da Segurança Pública. A publicação é uma ferramenta importante para a promoção da transparência e da prestação de contas na área, contribuindo para a melhoria da qualidade dos dados. Além disso, produz conhecimento, incentiva a avaliação de políticas públicas e promove o debate de novos temas na agenda do setor. Trata-se do mais amplo retrato da segurança pública brasileira.

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  • No 1º mês de uso das câmeras ‘grava-tudo’, PM de SP atinge menor letalidade em 8 anos

    No 1º mês de uso das câmeras ‘grava-tudo’, PM de SP atinge menor letalidade em 8 anos

    No primeiro mês de ampliação do programa de câmeras portáteis da Polícia Militar, que registram intervenções policiais em áudio e vídeo por meio de equipamentos acoplados ao uniforme, o estado de São Paulo atingiu o menor índice de letalidade policial em oito anos.

    De acordo com dados inéditos obtidos pela Folha, caiu para 22 o número de mortes decorrentes a intervenção policial no mês de junho, menor índice da PM desde maio de 2013, quando ocorreram 17 registros. Essa marca alcançada no mês passado é, ainda, bem inferior à média de 50 óbitos dos primeiros cinco meses de 2021 —que já estavam em queda.

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  • Polícias podem apoiar aventura golpista de Bolsonaro?

    Polícias podem apoiar aventura golpista de Bolsonaro?

    Episódios de rebelião e ações autônomas de policiais se sucedem em meio à retórica golpista de Bolsonaro, que insiste em antecipar fantasiosas fraudes eleitorais em 2022. Especialistas veem quadro preocupante e cobram comando de governadores e transparência nos protocolos dessas instituições, que passam por processo de politização.

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  • Formas e Consequências da Pluralização do Policiamento no Brasil – Mesa redonda – 20º Congresso Brasileiro de Sociologia

    Formas e Consequências da Pluralização do Policiamento no Brasil – Mesa redonda – 20º Congresso Brasileiro de Sociologia

    Com Michel Misse (UFF e UFRJ), Susana Durão (UNICAMP), Eduardo Paes Machado (UFBA), Cleber da Silva Lopes (UEL) e Jacqueline de Oliveira Muniz (UFF)

    O objetivo desta proposta é estimular a discussão acerca das formas e consequências da pluralização do policiamento, em curso com a crescente participação de segmentos sociais e do setor privado na governança dos crimes predatórios e das desordens na sociedade brasileira. Sem perder de vista o papel fundamental do Estado nesta governança, buscamos contribuir para uma compreensão das particularidades, conexões e modalidades de atuação de atores não estatais e estatais na produção e na dinâmica social da segurança. Coerente com isso, propomos o debate de três trabalhos que apresentam focos, perspectivas teóricas e análises empíricas variadas. 

    Veja os detalhes do evento AQUI.

  • CRISP Entrevista

    CRISP Entrevista

    O CRISP Entrevista é o podcast mensal do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública da UFMG. São entrevistados importantes pesquisadores/as que atuam na área de criminalidade, segurança pública, justiça criminal e sistema prisional.

    Acesse as entrevistas AQUI.

  • A violência policial se descontrola na Colômbia tomada por protestos, com 19 mortos e 800 feridos

    A violência policial se descontrola na Colômbia tomada por protestos, com 19 mortos e 800 feridos

    O som da Colômbia é de medo e incerteza. Nas ruas de algumas cidades são ouvidos tiros que ecoam no escuro, correrias e gritos. O país vive nesta terça-feira mais um dia de violência que pôs em alerta os organismos internacionais. A ONU e a União Europeia condenaram a brutalidade policial e pediram que os responsáveis pela repressão respondam por seus atos. Dezenove pessoas foram mortas, 87 estão desaparecidas e mais de 800 ficaram feridas desde quarta-feira passada, quando começaram os protestos contra uma reforma tributária que o presidente Iván Duque já retirou. O recuo do Governo não esfriou os ânimos.

    As cenas mais chocantes vêm de Cali, onde ocorreu o maior número de mortes. Os choques entre a polícia e manifestantes foram constantes durante a noite. Há imagens de veículos blindados e helicópteros dispersando a multidão com gás lacrimogêneo e detonações de armas. O primeiro andar de um hotel onde estavam hospedados policiais foi incendiado. Manifestantes ergueram barricadas nas principais estradas de acesso à cidade, e o aeroporto foi bloqueado. As prateleiras dos supermercados ficaram vazias. As autoridades abriram corredores para que Cali, de 2,2 milhões de habitantes, possa receber gasolina, remédios e alimentos.

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  • Alô, Milícia

    Alô, Milícia

    Série de reportagens do The Intercept revela com exclusividade os detalhes dos grampos do grupo de Adriano da Nóbrega. Entre a caça e morte do miliciano, comparsas discutiram sua herança e mostraram intrigante proximidade com o clã Bolsonaro.

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