Author: Cleber da Silva Lopes

  • Policiais da Rota passarão a usar câmeras ‘grava tudo’ na roupa

    Policiais da Rota passarão a usar câmeras ‘grava tudo’ na roupa

    ​A gestão João Doria (PSDB) vai ampliar, a partir de maio, de 3 para 18 o número de batalhões da Polícia Militar integrados ao programa de câmeras portáteis “Olho Vivo”, que registra ações policiais, em áudio e vídeo por meio de equipamentos acoplados ao uniforme.

    Entre as 15 novas unidades a serem atendidas, estão a Rota (Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar) e três Baeps (operações especiais), de Campinas, de Santos, São José dos Campos, tropas de elite da PM paulista e com histórico de alto índice de letalidade policial.

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  • Número de policiais mortos cresce em 2020; o de pessoas mortas pela polícia tem ligeira queda no Brasil

    Número de policiais mortos cresce em 2020; o de pessoas mortas pela polícia tem ligeira queda no Brasil

    O policial militar Francis Avante, de 34 anos, saiu em 17 de novembro de 2020 para resolver um problema mecânico em sua moto, no bairro da Penha, Zona Leste de São Paulo. Nunca mais voltou para casa. No caminho, interceptado por criminosos, foi assassinado com um tiro na nuca.

    “Meu primo foi executado. Não deram nem chance de ele correr. Outros três motociclistas o fecharam. Ele se rendeu, levantou as mãos, pediu pelo amor de Deus. Quando fizeram a busca nele, acharam uma arma, descobriram que era policial e atiraram. Ceifaram a vida de um homem trabalhador, pai de família”, conta o primo, o também policial Felipe Tonhazzini.

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  • Podcast Regimes do medo: Insegurança pública como projeto autoritário de poder

    Podcast Regimes do medo: Insegurança pública como projeto autoritário de poder

    Conheça o podcast Regimes do medo: Insegurança pública como projeto autoritário de poder, por Jacqueline Muniz – Antropóloga/Uff.

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  • Com quase 80 mortes, violência em prisões expõe nova derrota de Moreno no Equador

    Com quase 80 mortes, violência em prisões expõe nova derrota de Moreno no Equador

    A onda de violência coordenada que deixou quase 80 mortos em diferentes prisões no Equador é a demonstração de mais uma derrota da combalida gestão do atual presidente, Lenín Moreno, e pode ter impacto no segundo turno das eleições —entre o candidato apoiado pelo ex-presidente Rafael Correa, Andrés Arauz, e o direitista Guillermo Lasso no dia 11 de abril.

    Nos últimos quatro anos, o país viu um incremento da presença de facções do crime organizado nacionais e estrangeiras. A crise se agravou com o acordo de paz entre o Estado colombiano e a guerrilha das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), em 2016. Desde então, dissidentes que não aceitaram se desarmar buscaram refúgio em outros países da região —o Equador entre eles. Com a migração, passaram a reforçar facções criminosas locais.

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  • Com mercado clandestino, segurança privada no Brasil tem uso abusivo de força, ‘bico’ de policiais e falta de fiscalização

    Com mercado clandestino, segurança privada no Brasil tem uso abusivo de força, ‘bico’ de policiais e falta de fiscalização

    A prestação de serviço irregular não é crime – é uma infração administrativa. Portanto, diz Lopes, da Universidade Estadual de Londrina, não há instrumentos para inibir esse mercado, e a Polícia Federal não pode fazer muita coisa.

    É justamente nesse mercado paralelo onde predominantemente ocorrem os problemas. Segundo Lopes, a maior parte deles está associada ao uso abusivo da força física. “O policial tende a abusar de uso da força letal, disparo da arma de fogo. Na área de segurança privada é diferente, tem mais a ver com o uso da força física”, diz ele.

    Muitos casos não têm o desfecho trágico como o do Carrefour, então não chamam a atenção e passam impunemente. De acordo com Lopes, o uso abusivo da força física acontece em espaços específicos, como bares, casas noturnas, estabelecimentos comerciais e terminais de transporte coletivo. Ele lembra de um caso no Rio, em 2009, quando agentes foram gravados chicoteando passageiros para garantir que as portas dos trens se fechassem.

    “São espaços muito conflitivos, de fluxo de massa e onde seguranças são constantemente demandados a atuar”, diz.

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  • O controle da segurança privada no Brasil é fictício

    O controle da segurança privada no Brasil é fictício

    O Fonte Segura dessa semana traz uma matéria do Prof. Cleber Lopes sobre a segurança privada no Brasil.

    “A Polícia Federal, a quem compete regular a atividade, não tem condições e nem pessoal suficiente para desempenhar esse papel. Também não pode multar ou criminalizar serviços irregulares, pois não há previsão legal para isso no país.”

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  • Podcast da Folha de São Paulo com Cleber Lopes – Especial Café da Manhã

    Podcast da Folha de São Paulo com Cleber Lopes – Especial Café da Manhã

    Nesta segunda de manhã (23/11), o Prof. Cleber da Silva Lopes, participou do podcast da Folha de São Paulo – Especial Café da Manhã.

    Ele é convidado para discutir a segurança privada no Brasil, após um homem negro ser espancado e morto em um unidade do supermercado Carrefour em Porto Alegre.

    Confira a matéria e ouça o podcast AQUI.

  • Artigo: Empresas militares e de segurança privada nos mares

    Artigo: Empresas militares e de segurança privada nos mares

    Acaba de sair do forno o novo número da Monções: Revista de Relações Internacionais da UFGD. No dossiê Crime e Relações Internacionais, foi publicado um artigo do Prof. Cleber Lopes e Gabriel Patriarca sobre a prestação de serviços antipirataria marítima por empresas militares e de segurança privada.

    Confira o artigo completo AQUI

  • Call for articles for special issue: Criminology in Latin America: between cultural import and paths of decolonization

    Call for articles for special issue: Criminology in Latin America: between cultural import and paths of decolonization

    The teaching and practice of Criminology in Latin America has historically been permeated by neocolonial power. The strong influence of a positivist criminology can be found in many southern capitals in the 19th century like Rio de Janeiro and Buenos Aires, but also in the surge of critical movements in the 1970s. Latin American criminology has struggled between originality and import, between political commitment and ideological asepsis. In this special edition, we want to discuss the particularities of this subcontinent that has so much to offer to countries on the margins of planetary power. The works of the most distinguished Latin American criminologists of the past will be analyzed, as well as the current opportunities in a world in perpetual change, challenging critical thinking.

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  • Pesquisas trazem resultados sobre governança da segurança

    Pesquisas trazem resultados sobre governança da segurança

    A I Mostra de Pesquisas do LEGS/UEL reúne seis trabalhos, sendo quatro defendidos no Programa de Pós-Graduação em Sociologia do Centro de Letras e Ciências Humanas (CCH). 

    O professor do Departamento de Ciências Sociais do CCH Cleber da Silva Lopes, coordenador do LEGS, afirma que as universidades públicas são constantemente cobradas a prestar contas das pesquisas que realizam e os impactos na sociedade. “Assim, é fundamental realizar eventos com o objetivo de apresentar e debater tais pesquisas”, comenta ele. “Soma-se a isso o fato de que o cancelamento ou reprogramação dos eventos deste ano, em razão das políticas de distanciamento social provocadas pela pandemia, subtraiu espaços qualificados para o debate acadêmico”.

    Ele explica que para debater os trabalhos e os resultados das pesquisas, foram convidados pesquisadores especialistas vinculados a instituições nacionais e internacionais de ensino e pesquisa. Ele cita, por exemplo, o professor Bruno Melgaço, do Departamento de Criminologia da Universidade Livre de Bruxelas. “Ao reunir pesquisadores em diferentes estágios de formação, mas que compartilham dos mesmos interesses de pesquisa, esperamos criar um clima propício ao aprendizado e estimulante para pesquisas inovadoras sobre governança da segurança”. 

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