Casos de violência e ameaças aumentam 48% em escolas de São Paulo

Quando toca o sinal para o recreio, Maria segue para o pátio junto com os alunos. Antes da pandemia de Covid-19, no intervalo, ela ia para a sala dos professores tomar café e conversar com os colegas. Mas, desde o começo deste ano docentes deixaram de ter os 15 minutos de descanso, porque precisam estar com os adolescentes para evitar briga.

Maria, que pediu para não ter seu nome completo e o da escola identificados por medo de represálias, dá aula na rede estadual de São Paulo há mais de dez anos. Ela conta nunca ter visto os alunos tão agressivos e violentos como neste ano, desde que voltaram a ater aulas presenciais todos os dias.

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