Advogados de defesa de Valdecir Dias disseram que o policial estava alocado pela Polícia Militar para fazer a proteção de Zambelli, informação negada pela PM.
Veja a matéria completa AQUI.

Advogados de defesa de Valdecir Dias disseram que o policial estava alocado pela Polícia Militar para fazer a proteção de Zambelli, informação negada pela PM.
Veja a matéria completa AQUI.

Policiais militares do COE (Comandos e Operações Especiais), tropa de elite da PM paulista, são suspeitos de matar um guarda-civil e um policial aposentado na noite de quarta-feira (25) na região da Vila Esperança, em Cubatão, na Baixada Santista. As vítimas trabalhavam na segurança de um trem de carga quando foram baleadas.
Veja a notícia completa AQUI.

Levantamento do Sou da Paz mostra quem são os 103 parlamentares que são ou foram policiais, bombeiros ou militares que assumirão cargos em 2023. Eles atuarão na Câmara, no Senado e em assembleias legislativas. Segundo pesquisador, maioria deverá apoiar pautas ideológicas e de costumes, como armar a população, dar mais armas e munições a CACs e redução da maioridade penal.
Veja a matéria completa AQUI.

Por Danilo Azolini e Cleber Lopes
Os crimes violentos contra o patrimônio conhecidos como “novo cangaço” ou “domínio de cidades” vêm se multiplicando pelo país. Nessa modalidade de ação, grupos de dezenas de criminosos que se deslocam em comboios de carros blindados, tomam de assalto, via de regra, cidades de pequeno ou médio porte com armas de alto potencial de destruição, táticas de guerrilha, planejamento minucioso e uso de explosivos para roubar instituições financeiras ou empresas de guarda e transporte de valores. Em muitos casos essas ações de extrema violência tomam moradores de refém e os usam como escudos contra a ação de Forças Policiais, que por vezes acabam sendo sitiadas localmente e taticamente neutralizadas.
Veja a matéria completa AQUI.

No episódio do dia 20/06, o podcast Café da Manhã trata da relação entre os programas policiais, as forças de segurança e a política institucional no Brasil.
Confira o podcast AQUI.

Na quarta-feira, 25 de maio, em Umbaúba, Sergipe, três policiais rodoviários abordaram Genivaldo de Jesus Santos, 38 anos, por não usar capacete enquanto guiava uma motocicleta. Genivaldo padecia de transtornos mentais e teve que ser contido pelos policiais. Algemado e amarrado, foi colocado no porta-malas da viatura. Na sequência, os policiais rodoviários jogam spray de pimenta e gás lacrimogêneo e fecham o compartimento enquanto ele se debate. Genivaldo não resistiu e faleceu. No boletim de ocorrência, os policiais registraram que o homem teve um “mal súbito” no trajeto para a delegacia.
Entretanto a versão oficial logo foi desmentida pelas imagens feitas por populares que filmaram a abordagem. As imagens mostram os policiais lançando spray de pimenta e gás lacrimogêneo, enquanto o motociclista se debatia, com as pernas para fora da viatura. O laudo médico apontou que Genivaldo morreu por asfixia mecânica e insuficiência respiratória aguda.
Veja a matéria completa AQUI.

Torres de segurança da cor azul, com um sistema de câmeras capaz detectar motos sobre calçadas e bicicletas na contramão, começaram a se espalhar por regiões nobres da capital paulista, como Higienópolis, Jardins e Faria Lima, formando uma espécie de rede privada de vigilância de áreas públicas.
Os equipamentos estão sendo instalados pela Cosecurity, startup ligada ao Grupo Haganá, e chamam a atenção por causa do padrão de cores e por serem fixados em frente aos prédios de forma ostensiva, no jardim frontal ou, quando não há recuo suficiente, na fachada do edifício.
Veja a matéria completa AQUI.

O vídeo com a reportagem completa do G1 pode ser acessado AQUI.

A segurança pública foi um dos principais temas das eleições gerais de 2018. Naquele pleito, diversos candidatos adotaram um discurso para a área pautado na força policial como chave para redução dos altos níveis de violência brasileiros. A campanha de Jair Bolsonaro foi a principal expoente desta linha, assumindo a pauta como prioridade do governo, no que foi acompanhada por alguns dos governadores eleitos, como Wilson Witzel no Rio de Janeiro, que falava em “atirar na cabecinha”, e João Doria em São Paulo, que dizia que a polícia iria “atirar para matar”.
Se, por um lado, o tema foi prioritário nas eleições e seguiu com grande espaço durante os três primeiros anos do governo Bolsonaro é importante, desde já, esclarecer que existe um grande abismo entre os discursos presidenciais e as ações efetivamente implementadas pelo seu governo.
Veja a matéria completa AQUI.

Recentemente algumas manifestações de violências praticadas por jovens no ambiente escolar destacaram-se no noticiário do Distrito Federal. O GDF divulgou medidas que serão implementadas para evitar a violência em ambiente escolar. Representantes de várias Secretarias de Estado foram envolvidos na produção das possíveis soluções. A conclusão do Plano está prevista para o dia 27 de abril, com implementação até o dia 6 de junho em 126 escolas que foram previamente analisadas com alto número de registros de violência. Entretanto, é interessante debater o porquê de a militarização das escolas não ter entrado no rol de soluções para contenção das violências. Como hipótese, tenho alguns apontamentos.
Primeiro, a militarização das escolas é uma solução apresentada para um problema indefinido. O que se pretende com a militarização ou gestão compartilhada? Segundo o GDF, a escolha das escolas segue o critério de Vulnerabilidade Escolar, indicador que considera o IDEB, o IDH, o mapa da violência construído pela PM e a estrutura da escola. Não significa necessariamente que haja histórico de violência na escola. Aliás, se o indicador é formado pela interpretação do IDH e IDEB, a disciplina e hierarquia como solução só reifica a solução do Estado de apresentar armas onde o problema é a oferta de equipamentos e serviços públicos, como salienta estudo da CODEPLAN que aponta a vulnerabilidade da juventude negra no DF.
Veja a matéria completa no Fonte Segura AQUI.