Category: Notícias

  • O país onde ser negro ou mulher é comorbidade

    O país onde ser negro ou mulher é comorbidade

    abismo entre as classes sociais no Brasil fez com que a pandemia atingisse em cheio os mais pobres. Mas, não bastasse isso, a chance de um brasileiro sobreviver à Covid-19 esteve atrelada, desde o começo, a seu gênero e sua raça. É o que demonstra um estudo da Rede de Pesquisa Solidária, baseado em dados do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde sobre os óbitos por Covid registrados em 2020. Os pesquisadores analisaram as informações de vítimas que tinham profissão registrada no cadastro do SUS. Com isso, apuraram quantos profissionais de cada área morreram na pandemia, mas também quem eram essas pessoas – se eram homens, mulheres, brancos ou negros. O resultado mostrou que, entre grupos menos privilegiados, o risco de morrer de Covid-19 é quase sempre maior do que entre homens brancos. Os homens negros, por exemplo, têm mais risco de morrer não só em profissões de menor remuneração, que geralmente sofrem com maior exposição ao vírus, mas também em carreiras que exigem diploma universitário. As mulheres negras têm risco de morte maior do que homens brancos em todas as profissões que compõem a base da pirâmide social. Confira no =igualdades.

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  • Segurança morre após ser agredido durante evento em Divinópolis

    Segurança morre após ser agredido durante evento em Divinópolis

    Um homem de 42 anos, que trabalhava como segurança de um evento no Parque de Exposições, foi morto após ser agredido, na noite deste sábado (25), em Divinópolis. Segundo a Polícia Militar (PM), o suspeito de 32 anos foi detido.

    Testemunhas disseram que o segurança chamou a atenção do suspeito no evento que ocorria nas proximidades da Avenida Paraná, no Bairro Bairro São Judas Tadeu. Em seguida, de acordo com a PM, o rapaz o agrediu com golpe usando um soco-inglês.

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  • Da Cunha inventou prisão de chefe do PCC e simulou operações, dizem policiais

    Da Cunha inventou prisão de chefe do PCC e simulou operações, dizem policiais

    No vídeo de destaque em seu canal do Youtube, o delegado Carlos Alberto da Cunha, 43, conhecido como Da Cunha, aparece encostando o ouvido na porta de um barraco da favela da Nhocuné, na zona leste da capital, para, na sequência, ordenar a invasão do local –com pé na porta. “Polícia! Deita, deita”, gritaram.

    Era o cativeiro de um homem sequestrado no dia anterior por criminosos do PCC e que seria submetido ao chamado “tribunal do crime”. As imagens do suspeito sendo preso e da vítima sendo posta em liberdade foram compartilhadas com emissoras de TV, que deram destaque à operação realizada em julho de 2020.

    Depoimentos inéditos obtidos pela Folha, incluindo da vítima e de policiais diretamente envolvidos na ação, sustentam que tudo aquilo não passou de uma encenação. Uma de muitas interpretadas pelo delegado para ganhar seguidores nas redes sociais, segundo os próprios colegas que trabalharam com ele.

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  • Ratinho Jr. converte escolas em mini quartéis no paraná

    Ratinho Jr. converte escolas em mini quartéis no paraná

    O Governador do Paraná, Ratinho Júnior, do PSD, abraçou de vez o projeto bolsonarista de implantação de escolas cívico-militares pelo país. Disposto a transformar o estado que governa no maior laboratório brasileiro dessa política educacional da extrema direita, o político, filho do apresentador de TV e empresário Ratinho, empurra a conversão de colégios em miniquartéis goela abaixo de professores e alunos. De quebra, dificulta o acesso ao ensino a estudantes com algum tipo de deficiência, mostrando que está alinhado às ideias segregacionistas do ministro da Educação, Milton Ribeiro.

    No começo de setembro deste ano, pais e alunos tiveram uma mostra de como esse modelo de escola, com PMs trabalhando como educadores, pode funcionar: o Ministério Público do Paraná denunciou um policial da reserva que trabalhava como monitor de uma escola cívico-militar em Imbituva, no interior do estado, depois que ele interrompeu uma aula para tirar da sala um estudante que tinha feito um desenho de uma folha de maconha em sua carteira. Segundo o MP, o policial agrediu o adolescente com um soco na nuca e o ameaçou dizendo que “já tinha matado vários e que ele não iria fazer diferença”.

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  • Homem negro é forçado a se despir para provar que não furtou supermercado

    Homem negro é forçado a se despir para provar que não furtou supermercado

    Um homem negro, de 56 anos, diz ter sido obrigado a tirar a própria roupa para provar que não havia furtado itens de um supermercado no interior de São Paulo.

    O caso foi registrado no início da noite de sexta-feira (6) em uma loja do Assaí Atacadista localizada na região central de Limeira (a 146 km de São Paulo).

    Luiz Carlos da Silva, segundo seu advogado, estava fazendo uma pesquisa de preços de diferentes itens para, no dia seguinte, retornar com a mulher e efetivar a compra.

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  • CRISP Entrevista – A participação de atores privados na promoção da segurança, com Cleber Lopes

    CRISP Entrevista – A participação de atores privados na promoção da segurança, com Cleber Lopes

    Neste episódio n. 11 do CRISP Entrevista, conversamos com Cleber da Silva Lopes sobre a participação de atores não estatais na segurança brasileira. Cléber é professor do departamento de Ciências Sociais da Universidade Estadual de Londrina (UEL), coordenador do Laboratório de Estudos sobre Governança da Segurança (LEGS) e vice-coordenador do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UEL. Quem conduz a entrevista são os pesquisadores do CRISP Ludmila Ribeiro, Valéria Oliveira e Rafael Rocha.

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  • A face não regulada do mercado da segurança privada

    A face não regulada do mercado da segurança privada

    A 15° edição do Anuário Brasileiro de Segurança Pública trouxe novamente um retrato importante do setor de segurança privada regulado pela Polícia Federal. Os dados dão conta da existência de 2.235 empresas especializadas na prestação de serviços de vigilância patrimonial intramuros, transporte de valores, escolta armada e segurança pessoal privada; 236 cursos de formação de vigilantes; e 1.154 empresas que organizam seus próprios serviços de vigilância ou transporte de valores. Essas organizações empregam cerca de 526 mil vigilantes, número superior à soma dos efetivos das polícias militares e civis (500 mil policiais).

    Confira na íntegra o artigo do Cleber Lopes AQUI.

  • Nº de mortos pela polícia em 2020 no Brasil bate recorde; 50 cidades concentram mais da metade dos óbitos, revela Anuário

    Nº de mortos pela polícia em 2020 no Brasil bate recorde; 50 cidades concentram mais da metade dos óbitos, revela Anuário

    O Brasil teve em 2020 o maior número de pessoas mortas pela polícia de toda a série histórica do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que coleta os dados desde 2013. É o que revela o 15º Anuário Brasileiro de Segurança Pública divulgado nesta quinta-feira (15).

    Houve, no país, 6.416 mortos pelas polícias Civil e Militar, por agentes de folga ou em serviço. Um ligeiro aumento de 1% na comparação com 2019.

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  • Anuário Brasileiro de Segurança Pública

    Anuário Brasileiro de Segurança Pública

    O Anuário Brasileiro de Segurança Pública se baseia em informações fornecidas pelas secretarias de segurança pública estaduais, pelas polícias civis, militares e federal, entre outras fontes oficiais da Segurança Pública. A publicação é uma ferramenta importante para a promoção da transparência e da prestação de contas na área, contribuindo para a melhoria da qualidade dos dados. Além disso, produz conhecimento, incentiva a avaliação de políticas públicas e promove o debate de novos temas na agenda do setor. Trata-se do mais amplo retrato da segurança pública brasileira.

    Para mais informações acesse AQUI.

  • No 1º mês de uso das câmeras ‘grava-tudo’, PM de SP atinge menor letalidade em 8 anos

    No 1º mês de uso das câmeras ‘grava-tudo’, PM de SP atinge menor letalidade em 8 anos

    No primeiro mês de ampliação do programa de câmeras portáteis da Polícia Militar, que registram intervenções policiais em áudio e vídeo por meio de equipamentos acoplados ao uniforme, o estado de São Paulo atingiu o menor índice de letalidade policial em oito anos.

    De acordo com dados inéditos obtidos pela Folha, caiu para 22 o número de mortes decorrentes a intervenção policial no mês de junho, menor índice da PM desde maio de 2013, quando ocorreram 17 registros. Essa marca alcançada no mês passado é, ainda, bem inferior à média de 50 óbitos dos primeiros cinco meses de 2021 —que já estavam em queda.

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