Category: Notícias

  • Artigo: Empresas militares e de segurança privada nos mares

    Artigo: Empresas militares e de segurança privada nos mares

    Acaba de sair do forno o novo número da Monções: Revista de Relações Internacionais da UFGD. No dossiê Crime e Relações Internacionais, foi publicado um artigo do Prof. Cleber Lopes e Gabriel Patriarca sobre a prestação de serviços antipirataria marítima por empresas militares e de segurança privada.

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  • Pesquisas trazem resultados sobre governança da segurança

    Pesquisas trazem resultados sobre governança da segurança

    A I Mostra de Pesquisas do LEGS/UEL reúne seis trabalhos, sendo quatro defendidos no Programa de Pós-Graduação em Sociologia do Centro de Letras e Ciências Humanas (CCH). 

    O professor do Departamento de Ciências Sociais do CCH Cleber da Silva Lopes, coordenador do LEGS, afirma que as universidades públicas são constantemente cobradas a prestar contas das pesquisas que realizam e os impactos na sociedade. “Assim, é fundamental realizar eventos com o objetivo de apresentar e debater tais pesquisas”, comenta ele. “Soma-se a isso o fato de que o cancelamento ou reprogramação dos eventos deste ano, em razão das políticas de distanciamento social provocadas pela pandemia, subtraiu espaços qualificados para o debate acadêmico”.

    Ele explica que para debater os trabalhos e os resultados das pesquisas, foram convidados pesquisadores especialistas vinculados a instituições nacionais e internacionais de ensino e pesquisa. Ele cita, por exemplo, o professor Bruno Melgaço, do Departamento de Criminologia da Universidade Livre de Bruxelas. “Ao reunir pesquisadores em diferentes estágios de formação, mas que compartilham dos mesmos interesses de pesquisa, esperamos criar um clima propício ao aprendizado e estimulante para pesquisas inovadoras sobre governança da segurança”. 

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  • Entrevista à Radio UEL/FM

    Entrevista à Radio UEL/FM

    O integrante do LEGS e estudante do curso de Ciências Sociais, Luiz Fernando Paz deu entrevista à Rádio UEL/FM sobre o projeto de iniciação cientifica que vem desenvolvendo sob a coordenação do Prof. Cleber Lopes. Confira a entrevista AQUI.

  • Milícias adaptam comportamentos para atuar em áreas ricas do Rio

    Milícias adaptam comportamentos para atuar em áreas ricas do Rio

    Se na periferia chega-se com o pé na porta, nas áreas elitizadas a fala é mansa. Ao menos na primeira abordagem. Poder paralelo que vem abocanhando territórios por décadas sob jugo do tráfico carioca, a milícia desenvolveu um modus operandi diferenciado para atuar nas regiões mais ricas do Rio de Janeiro.

    “O padrão dos milicianos é muito plástico. São criativos e flexíveis, vão para onde tem grana. E aí tem as histórias de como os caras começam a se implantar progressivamente nessas partes da cidade”, afirma o sociólogo José Cláudio Alves, que estuda o tema há quase três décadas.

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  • Ira contra brutalidade policial aviva a tensão na Colômbia

    Ira contra brutalidade policial aviva a tensão na Colômbia

    A ira despertada pela brutalidade policial contra Javier Ordóñez, um advogado que morreu depois de receber descargas de uma pistola taser quando implorava aos agentes que parassem, avivou uma chama que estava acumulada em Bogotá desde os protestos de 2019 e que, entre outras coisas, fora paralisada pela pandemia. Dez pessoas morreram e 248 ficaram feridas, 66 delas por armas de fogo, durante os confrontos com a polícia em protesto pela morte de Ordóñez: “Um massacre contra jovens”, nas palavras da prefeita da capital colombiana, Claudia López.

    A governante disse que “existem evidências sólidas em ao menos quatro lugares da cidade do uso indiscriminado de armas de fogo por membros da polícia atentando contra a vida dos nossos jovens”. O fato aumenta a tensão entre o Governo central e o local em relação ao uso da violência. “Senhor presidente Duque, o senhor é o comandante em chefe da polícia, rogo-lhe que ordene a seus membros que não usem armas de fogo. Essa instrução foi ignorada ontem”, disse López, visivelmente incomodada.

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  • What Were Russian Mercenaries Doing in Belarus?

    What Were Russian Mercenaries Doing in Belarus?

    Authorities in Belarus announced on Wednesday that they had arrested 33 fighters from Russia’s quasi-private military contractor the Wagner Group just as President Aleksandr Lukashenko faces an unprecedented opposition challenge ahead of elections next month.

    The arrests were first reported in the Belarusian state news agency Belta, which alleged that over 200 Russian-backed militants have been dispatched to the country to destabilize it ahead of the Aug. 9 vote. But many experts suspect the mercenaries were simply using Belarus as a convenient transit point on their way to Sudan, Syria, or Libya—all countries where they have been operating lately.

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  • Nação de Jesus – Fuzis ungidos e grafite gospel em muros da comunidade: para facção do Rio, a lei do tráfico é a lei de Deus

    Nação de Jesus – Fuzis ungidos e grafite gospel em muros da comunidade: para facção do Rio, a lei do tráfico é a lei de Deus

    De longe, todas as favelas do Rio parecem iguais. Milhares de casas de gente honesta, coladas e empilhadas sobre as outras, se distribuem irregularmente em morros ou terrenos planos, cortados por canais ou “valões” que servem de esgoto a céu aberto. A presença do tráfico, quando existe, costuma ser notada a poucos metros da entrada: homens armados e reunidos em torno de mesinhas dispõem sobre elas maconha e cocaína, em embalagens etiquetadas com preço, nome da boca de fumo e da facção criminosa.

    É nos detalhes que se notam as diferenças. Em favelas controladas pela facção TCP, o Terceiro Comando Puro, a segunda maior do estado, os muros estão dominados por grafites e pinturas gospel. Versículos da Bíblia aparecem em cada esquina, assim como imagens de Cristo, a palavra “Jesus” e bandeiras do Estado de Israel.

    A semitização do neopentecostalismo é crescente no Brasil, influenciada pelo movimento de líderes evangélicos norte-americanos: passa pelo caráter mítico de Israel como Terra Prometida e pelos relatos bélicos presentes no Velho Testamento, numa conexão contraditória entre o judaísmo baseado na lei e na disciplina e o cristianismo que oferece o perdão.

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  • Conflito entre seguranças da Vale e agricultores termina com 21 feridos no sudeste do Pará

    Conflito entre seguranças da Vale e agricultores termina com 21 feridos no sudeste do Pará

    Seguranças da empresa Vale estão sendo acusados pela Federação dos Trabalhadores na Agricultura Familiar do Estado do Pará (Fetraf-PA) de terem atacado, com balas de borracha, spray de pimenta e bombas de efeito moral, um acampamento de reforma agrária da Fazenda Lagoa, em Parauapebas, sudeste do Pará, no início da noite do último domingo (21).

    No município paraense está sediada a mina de Carajás, a maior do país.

    Em nota enviada à Folha, a empresa afirma que os seguranças foram acionados para evitar a ligação clandestina de energia em áreas de propriedade da empresa onde fica a ocupação e que reagiram a um disparo de arma de fogo que teria partido dos acampados, agindo em legítima defesa.

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  • Governo Bolsonaro exclui violência policial de relatório sobre violações de direitos humanos

    Governo Bolsonaro exclui violência policial de relatório sobre violações de direitos humanos

    O governo federal excluiu do relatório anual dos direitos humanos, o Disque Direitos Humanos, os indicadores de violência policial praticada no Brasil no ano de 2019, o primeiro ano da gestão Bolsonaro. Segundo o Ministério da Mulher, da Família e Direitos Humanos, responsável pela divulgação, há inconsistência nos dados coletados.

    O relatório é considerado um dos principais termômetros disponíveis no país sobre a violação dos direitos humanos. Por isso, os números poderiam ajudar a entender como se comportaram as forças de segurança —em especial as polícias militares— na gestão Bolsonaro.

    O relatório é produzido com base em denúncias feitas ao Disque 100, canal criado em 1997, desde 2003 sob a responsabilidade de governo federal, para atender os relatos de violação de direitos humanos no país. Ele inclui violência de qualquer ordem, como a praticada contra crianças, adolescentes e idosos —e violência policial.

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  • Documentos vazados mostram que ABIN pediu ao SERPRO dados e fotos de todas as CHNs do País

    Documentos vazados mostram que ABIN pediu ao SERPRO dados e fotos de todas as CHNs do País

    A ABIN, Agência Brasileira de Inteligência, quer colocar as mãos em dados e fotografias dos mais de 76 milhões de cidadãos que possuem uma carteira nacional de habilitação, a CNH. O Intercept teve acesso a documentos de pessoas envolvidas na negociação que mostram que a Abin pediu ao Serpro, empresa pública de processamento de dados, um banco de informações colossal. Os dados incluem nomes, filiação, endereços, telefones, dados dos veículos e fotos de todo portador da CNH.

    Segundo o material, havia em novembro passado mais de 76 milhões de carteiras no país (o equivalente a 36% da população), e 1,5 milhão de novos documentos são emitidos todo mês. Por esse motivo, a agência exige que os dados sejam atualizados mensalmente.

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